Espontaneidade que conquista

Não tenho mais paciência com o ator Paulo Gustavo. Sempre as mesmas piadas, muita gritaria, um carioquês forçadíssimo, exageros desnecessários. Talvez isso aconteça pela repetição dos mesmos personagens, assim como acontece com Fábio Porchat, Tatá Werneck, aqueles caras do extinto “CQC” e até com o próprio Marcelo Adnet, se ele não acabar se cuidando… Mas…